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Na
primeira metade do século XIX apareceu a mosca afogada com asas
que marcou o principio da evolução da pluma para o salmão totalmente
vestida.
Começaram-se a fazer melhorias no desenho das canas, as linhas de
seda trençada começaram a ser fabricadas em massa e a tripa
(intestino) do bicho da seda, utilizada amplamente.
AS melhores canas do princípio do século XIX, começaram a ser
fabricadas de fresno, anona e nogueira americana, logo o bambu de
Calcutá começou a substituir a madeira de anona caso
apresenta-se a qualidade apropriada.
A barba de baleia continuou a ser utilizada ns pontas das canas,
sendo considerada suficiente o comprimento de quatro ou cinco
polegadas. |
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O
comprimento das canas para salmão permaneceu inalterada desde os
dias de Walton, mas as canas para as trutas começaram a
fabricar-se cada vez mais curtas.
O comprimento comum para as canas de truta era entre doze e
catorze pés, ainda que em 1806, Mackintosh sugeriu que as
canas de duas mãos para a pesca da truta não deveriam ser
menores que 16 pés de comprimento!.
As canas para salmão aumentaram de tamanho uma vez mais, para 17
ou 18 pés. Em 1800, o carreto era utilizado por quase todos os
pescadores á pluma. E na década de 1830, os carretos com suporte
de placa chagaram e fizeram concorrência aos carretos com
abraçadeiras de aparafusar existentes nessa época. |
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carretos com abraçadeira continuaram a ser os favoritos e algumas
firmas como a Pfleuger a sua comercialização até aos
finais do século XIX. Os carretos dessa época mediam mais ou
menos uma polegada, tanto de comprimento como de largura. Não
havia nenhuma razão para os fazer num tamanho maior, pois as
linhas eram muito delgadas e não havia distinção entre a
running line e a linha de pluma. |
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Entretanto, na América do Norte, uma linha
separada dos carretos começou a aparecer. Mas com o aumento da industria tornaram-se comuns os
carretos de acção simples manivela curva, fabricados em
bronze ou prata alemã.
Pensa-se que em algum momento entre 1805 e 1810, George
Snyder, um relojoeiro e inventor, de Kentucky,
construiu os primeiros carretos de qualidade norte
americana já que se verificou a necessidade de um carreto
multiplicador de confiança e sentou-se a inventa-lo.
Pouco depois apareceram outras empresas: entre outras, Meek,
Hardman e Milam.
Estes "carretos de Kentucky" distinguiram-se
dos britânicos porque estes funcionavam realmente muito
bem.
Nos princípios do século XVIII, a produção em massa
das linhas de pesca, fez com que os preços diminuísses
consideravelmente. Las melhores linhas eram de seda
trençada, eram muito mais finas e resistentes, e
começaram a estar disponíveis em comprimentos de 80 e
100 jardas.
Houve outro importante desenvolvimento: os baixos de linha
(Leaders) de "Silkworm gut" (tripa de
lagarto) começaram a eliminar o pelo de cavalo. A distancia
de lançamento aumentou consideravelmente, já que a linha
não era fina.
A qualidade das linhas fazia com que um pescador médio
lança-se a distâncias razoáveis: de 18 a 23 jardas com
uma cana de 16 pés; e 10 ou 12 jardas com vento.
Por um livro publicado em 1836 por Ronalds, as
plumas para a truta estavam presentes em inúmeros
modelos, adquirindo uma aparência "moderna". |
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As
plumas para o salmão chegaram á sua madurez e os modelos que se
tradicionalmente se utilizavam no século XVIII, foram arrastados
por novas criações inspiradas por Blaker e Bainbridge,
os mais destacados montadores de plumas da primeira metade do
século XIX. É interessante notar que a maioria das plumas eram
montadas á mão.
Começou uma afluência aos locais estrangeiros de pesca e
aventura e um dos destinos preferidos era Noruega.
Los grandes rios da Noruega e os enormes salmões que ali
habitavam, converteram-se numa irresistível tentação para os
pescadores britânicos mais adinheirados. |
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| O
principio do amor pela pesca do salmão na Noruega, foi descrita
em Jones's Guide to Norway, um livro que teve a
popularidade de ter sido escrito homem que realmente nunca tinha
visitado a Escandinávia. |
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| Historia
da pesca á Pluma. |
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CAPITULO
6 |
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A
pesca á pluma entre 1800 e 1850. |
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